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2018 em Goiás, por enquanto, é José Eliton x Daniel/Maguito

Há um ansiedade reinante no meio político por conta de uma eleição que já corre firme nos bastidores.

A (pré) campanha de 2018 está posta e, para quem sonha com o governo – o sonho dourado –, não há mais como recuar.

Uma questão comum a todos os postulantes hoje embala as movimentações: não há unidade perfeita, e sim um punhado de partidos buscando rumos.

O jogo está aberto. Tão aberto, diga-se, que tem espaço até para um nome novo, tão novo que nem está na pauta neste momento.

Os grupos de antes podem não ser os grupos futuros. Daí os lances que parecem a esmo, mas que são na verdade lances de jogadores em ação.

Não dá pra dizer que a base do governador Marconi Perillo (PSDB) está unida, porém não dá pra dizer também que está desunida.

Por ora, o vice, José Eliton, dá o tom do que vem por aí: anda, conversa, mostra disposição, deixa claro que tem força suficiente para não só juntar os aliados de sempre, como até ampliar essa base.

Subestimar Eliton, afirmando que ele não tem experiência, é um erro como foi um erro lá atrás o PMDB subestimar Marconi Perillo.

Eliton precisa de PSD, PSB, PTB, PP, PR e outras legenda da base. Mas também essas legendas precisam de Eliton. Precisam de unidade, porque foi assim que venceram. Desunidos, o risco de derrota é grande.

Bem sabe disso outro postulante, o senador Ronaldo Caiado (DEM). Só com união, a antiga oposição conseguiu vencer o PMDB, em 1998.

E aqui está um ponto fora da curva. Qual a estratégia de Caiado?

Isso não está claro para muita gente. Voltar para a base governista? Difícil, embora PSDB e DEM se entendam no plano nacional. Ir para o PMDB? Complicado, porque os peemedebistas têm já dois candidatos em campo: Daniel Vilela e Maguito Vilela.

Quer dizer que Caiado está sozinho? Nem tanto. Quer dizer que ele está candidato, se apresentando como tal, enquanto arma seu plano de voo.

Para muitos, Caiado pode estar apostando na visibilidade que conquistou como anti-petista, como um líder nacional de oposição. O nome para moralizar Goiás – eis o slogan, o mote. Algo do tipo. Mas será o suficiente para vencer? Dá pra ganhar eleição sem um grupo forte de aliados?

E tem o PMDB, com Daniel e Maguito. Pode-se dizer, que o PMDB é quase do tamanho da base do governo. Porque é uma federação. É um partido com muitos partidos dentro. É por aí que se pode entender que, também como a base aliada, tem uma base sempre em guerra interna.

Quer dizer: Daniel e Maguito, assim como Eliton, tem uma base por unir. Mas tem.

Uma base que, na prática, está disputando outros cargos: vice, Senado etc.

Veja a sinalização do PSD, com Vilmar Rocha. Do PSB, com Lúcia Vânia. Do PP, com Wilder Morais…

Todos falam em governo, mas o alvo é o mesmo.

Razoável, portanto, avaliar que hoje a disputa pelo governo em Goiás – que ainda terá muitos capítulos e pode ganhar outro conterno – segue como sempre: está entre PSDB e PMDB, com uma terceira via fazendo sombra (DEM) a esta tradicional dualidade e a sempre presente perspectiva de um nome novo que pode aparecer de repente e levar a melhor.

Assim, novesfora o talvez, 2018 por enquanto segue o fluxo: é Eliton x Daniel/Maguito.

No mais, nada mais.

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